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1 min readEmdec publica fim do dinheiro nos ônibus

A Secretaria de Transportes publicou hoje (11/01) no Diário Oficial, a resolução que elimina o uso de dinheiro no sistema de transporte coletivo em Campinas, a partir do dia 19 deste mês.

A partir dessa data, a catraca eletrônica só será liberada com o uso de cartões Bilhete Único, Cartão 2 Viagens, Cartão 1 viagem ou através do tíquete QR Code. O Tíquete QR Code poderá ser utilizado em papel impresso ou através de imagem gerada por aplicativo no telefone celular do usuário.

Faixas e cartazes a respeito da nova modalidade estão sendo colocados por funcionários da Emdec nos terminais de ônibus desde ontem (10/01).

A frota do Sistema InterCamp conta com mais de 1,1 mil ônibus. O sistema registra uma média de 560 mil passageiros (passagens pela catraca) por dia útil e 14 milhões de passageiros por mês. Transporta, diariamente, cerca de 204 mil usuários (indivíduos). 

A regra vale apenas para os ônibus municipais. Isso quer dizer que não será aplicada para os veículos da EMTU – que fazem o transporte de Campinas para as cidades da região metropolitana.

Rose Guglielminetti

Rose Guglielminetti

Sou comentarista política da Band-Campinas. Também sou colunista do programa "Bastidores do Poder", que vai ao ar todos os dias das 13h20 às 14h, na Band Campinas. Entre tantas editorias a de Política é a das que mais me atrai. E isso fez com que me enveredasse por esse caminho ao longo de minha carreira. Como repórter de Política sempre busquei oferecer notícias de bastidores do poder. E é isso que irei procurar fazer neste blog.

6 comentários

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  • Os mais entendidos no direito me corrijam, se eu estiver errado. Mas recusar a receber moeda corrente para o pagamento de um produto ou serviço é uma contravenção penal, ou seja, a conduta da Emdec é ilegal.
    Mas, em se tratando desse (Des)governo, crimes e ilegalidades são costumeiras.

  • Não está errado não, dinheiro, papel moeda e moeda nacionais têm circulação forçada, ninguém pode recusar o dinheiro nacional. Podem recusar cheque, cartão de crédito, de débito, desde que recusem em caráter geral, de todos os consumidores, mas dinheiro não podem recusar.

    Já há várias ações diretas de inconstitucionalidade, de iniciativa de Ministérios Públicos pelo País afora, decididas e declarando a recusa do dinheiro como Inconstitucional e obrigando que os ônibus voltem a aceitar dinheiro no pagamento das viagens.

    Nos Estados Unidos, por exemplo, a cidade de Nova Iorque, onde o transporte público é municipal, não é explorado por particulares – acredita? naquele país capitalista!!! – não há recusa de dinheiro, o pagamento pelo passageiro depositando moedas em um coletor que automaticamente faz a contagem do valor ali depositado até totalizar o preço da passagem e emite o comprovante.

    Também paga-se a viagem com um cartão do qual são elas debitadas.

    Mas lá não se recusa o dinheiro.

    Aqui se você parar em um ponto de ônibus qualquer, não poderá embarcar, mesmo tendo dinheiro, caso não tenha o bilhete com o QR Code para fazer a sua viagem.

    No passado Stanislaw Ponte Preta escreveu o livro “Festival de Besteiras que Assola o País – FEBEAPA”, o qual veio a ter um segundo tomo, aquele livro com o primo Altamirando, a Tia Zulmira, as bestas fardadas que usurparam o poder.

    Hoje, creio, o nome mudaria para “Festival de Demências que Assola o País – FEDEAPA” ou “Festival de Canalhices que Assola o País – FECAAPA”, porque se não é muita incompetência é pura canalhice.

    É hora de afiar a guilhotina.

Rose Guglielminetti

Rose Guglielminetti

Sou comentarista política da Band-Campinas. Também sou colunista do programa "Bastidores do Poder", que vai ao ar todos os dias das 13h20 às 14h, na Band Campinas. Entre tantas editorias a de Política é a das que mais me atrai. E isso fez com que me enveredasse por esse caminho ao longo de minha carreira. Como repórter de Política sempre busquei oferecer notícias de bastidores do poder. E é isso que irei procurar fazer neste blog.

Marcos Andrade

Marcos Andrade

Marcos Andrade é formado em jornalismo pela Unesp e pós graduado em Gestão da Comunicação em Mídias Digitais pelo Senac. Com passagens pelas rádios Band News FM e Bandeirantes de Campinas, é produtor do programa Bastidores do Poder da Band Campinas desde 2016.

Zezé de Lima

Zezé de Lima

Jornalista que começou no Diário do Povo, quando a sede era na César Bierrembach, e com histórias no Jornal de Domingo e Correio Popular. Na última década, já fiz de tudo na Band Campinas. Hoje posso fazer só o que gosto.

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