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Reorganização de leitos de UTI eleva ocupação em Campinas

A reorganização do uso de leitos de UTI em Campinas em que tira a exclusividade para pacientes com coronavírus e passa para outras doenças elevou a taxa de ocupação que chegou a 67,11% nos hospitais público e privado. Dos 225 leitos disponíveis, 151 estão ocupados e 74 estão livres.

No comparativo com o último sábado, dia 3 de outubro, são 35 leitos de UTI a menos. No HC da Unicamp a redução foi de 26 leitos (passando de 63 para 37). Na rede municipal, nesta segunda-feira (05/10) são três leitos a menos (de 104 para 101) e, na rede privada, outros seis (de 93 para 87).

“Hoje fizemos uma reunião com toda a rede hospitalar para organizarmos um novo plano de contingência para esta nova fase. Lembrando que essa fase exige toda prudência, mas, como temos falado, precisamos atender aos pacientes covid e os não-covid”, disse o secretário de Saúde, Carmino de Souza.

No SUS Municipal existem 101 leitos, dos quais 72 estão ocupados, o que equivale a 71,29%. Há 29 leitos livres.

No HC da Unicamp, dos 37 leitos, 33 estão com pacientes internados. A taxa é de 89,19%. A unidade hospitalar tem quatro leitos vagos.

Na rede privada, dos 87 leitos, 46 estão ocupados, o que o que equivale a 52,87%. Há 41 leitos livres.

Casos

Cidade tem 1.248 mortes e 33.783 casos confirmados da doença.

Rose Guglielminetti

Rose Guglielminetti

Sou comentarista política da Band-Campinas. Também sou colunista do programa "Bastidores do Poder", que vai ao ar todos os dias das 13h20 às 14h, na Band Campinas. Entre tantas editorias a de Política é a das que mais me atrai. E isso fez com que me enveredasse por esse caminho ao longo de minha carreira. Como repórter de Política sempre busquei oferecer notícias de bastidores do poder. E é isso que irei procurar fazer neste blog.

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